UTIs da Santa Casa celebram o marco de zero infecções no mês de junho
14/07/2026
UTIs da Santa Casa celebram o marco de zero infecções no
mês de junho
Por trás de cada equipamento que
bipa, de cada monitor que pisca e de cada leito ocupado nas Unidades de Terapia
Intensiva (UTIs) adulto da Santa Casa de Votuporanga, existe uma busca
incansável: salvar vidas com o máximo de segurança. No mês de junho, essa
dedicação silenciosa e diária se transformou em um motivo de grande orgulho
para toda a Instituição. As nossas UTIs fecharam o mês com zero ocorrências
de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS).
O resultado não é fruto do acaso.
Mensalmente, o Hospital realiza uma rigorosa vigilância para o fechamento de
dados epidemiológicos, que são notificados formalmente à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa). O relatório de junho trouxe a confirmação de que
o protocolo de segurança funcionou, blindando os pacientes contra ameaças
invisíveis.
Para quem atua na linha de
frente, esse índice representa a colheita de um trabalho plantado com muito
rigor e empatia a cada plantão. A enfermeira responsável pelas UTIs, Bruna
Felix, destaca o papel fundamental da equipe multidisciplinar nessa conquista:
"Manter uma UTI adulto
totalmente livre de infecções relacionadas à assistência à saúde durante um mês
inteiro é um desafio gigantesco, que exige vigilância constante e uma sintonia
perfeita de toda a equipe. Cada higienização de mãos, cada cuidado na
manipulação de cateteres e cada detalhe na assistência ao paciente são
cruciais. Esse resultado de junho nos mostra que estamos no caminho certo,
entregando um atendimento seguro e de altíssima qualidade a quem mais precisa
de nós”, disse Bruna Felix, enfermeira responsável pelas Unidades de
Terapia Intensiva.
Conquistas consolidadas ao
longo dos meses
A conquista de junho ganha ainda
mais força quando analisamos o histórico recente de segurança das nossas
unidades. O excelente indicador geral é reflexo de barreiras preventivas que
vêm se consolidando há meses.
Nas UTIs da Santa Casa, a taxa
é zero para infecções associadas à sonda desde o mês de maio, e o setor
comemora também a ausência total de infecção primária da corrente sanguínea
desde março. São meses consecutivos de proteção ativa e processos
assistenciais impecáveis à beira do leito
A força da prevenção nos
bastidores
Se na UTI a assistência é direta,
nos bastidores existe um trabalho minucioso de monitoramento, educação e
parceria. O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) atua lado a lado
com os setores, desenhando processos e garantindo que as melhores práticas
científicas sejam aplicadas à beira do leito.
Nessa engrenagem de proteção, a equipe
de higiene e conservação desempenha um papel vital. A desinfecção rigorosa
de cada superfície, leito, maçaneta e equipamento é a primeira e mais
importante barreira física contra bactérias. O trabalho minucioso desses
profissionais, muitas vezes silencioso, garante que o ambiente da UTI seja
verdadeiramente um espaço de cura e recuperação segura.
Sara Paulino dos Anjos,
supervisora de Enfermagem do SCIH, reforça que a ausência de infecções em junho
é o reflexo de uma cultura institucional baseada na segurança do paciente.
"Nós trabalhamos diariamente
com o fechamento desses dados epidemiológicos e a notificação à Anvisa, mas o
nosso maior indicador de sucesso é ver o paciente voltar para a sua família sem
nenhuma intercorrência. Ter zero infecções nas UTIs em junho é a prova visual
de que as nossas barreiras de prevenção são sólidas. É o resultado do
engajamento de cada profissional — da assistência direta ao profissional da
limpeza — que compreende que o controle de infecção se faz em cada pequeno
gesto de cuidado”, complementou Sara Paulino dos Anjos, supervisora de
Enfermagem do SCIH.
Mais do que um número excelente
em um relatório oficial, a "ausência de IRAS" em junho significa mais
leitos liberados, tratamentos mais rápidos e, acima de tudo, mais famílias
voltando completas para casa.
Parabéns a todos os profissionais
da equipe multiprofissional das UTIs, do SCIH e, em especial, à equipe de
higiene e conservação por tornarem a nossa instituição um lugar cada vez mais
seguro para acolher e curar.


