Todos os campos são obrigatórios.

Fechar Formulário
Imagem Noticia

“Pode ser sepse?”: uma pergunta que pode salvar uma vida

Uma infecção pode começar de forma simples, mas, em alguns casos, o organismo pode reagir de maneira intensa e fazer com que a pessoa piore rapidamente. É nesse momento que surge uma pergunta que pode fazer toda a diferença: “Pode ser sepse?” A sepse é uma resposta grave do organismo a uma infecção e pode acontecer com pessoas de diferentes idades. Ela pode estar relacionada a infecções que começam em diferentes partes do corpo, como pulmões, urina, pele ou abdômen. Por isso, conhecer os sinais de alerta é uma forma de cuidado. Quando é preciso procurar ajuda? Se uma pessoa está com uma infecção e apresenta uma piora importante do estado geral, é importante ficar atento a sinais como: • Confusão ou desorientação; • Sonolência excessiva ou dificuldade para acordar; • Falta de ar ou respiração muito rápida; • Pressão baixa; • Fraqueza intensa; • Febre ou temperatura corporal muito baixa; • Pele fria, pálida ou com aparência diferente; • Piora rápida do estado de saúde. Não é preciso apresentar todos esses sinais para buscar ajuda. Se a pessoa está com uma infecção e você percebe que ela está muito diferente do habitual ou piorando rapidamente, procure atendimento médico. Na sepse, não espere passar Um dos maiores desafios é perceber que aquela piora pode ser mais grave do que parece. Por isso, não é recomendado esperar os sintomas desaparecerem sozinhos ou tentar tratar uma situação de gravidade apenas em casa. Quanto mais cedo a pessoa for avaliada por uma equipe de saúde, maiores são as possibilidades de iniciar os cuidados necessários rapidamente. Cuidar também é reconhecer Na Santa Casa de Votuporanga, o cuidado com a sepse envolve toda uma equipe. A Instituição implantou o Protocolo de Sepse, fortalecendo a identificação rápida dos casos e a agilidade no atendimento. Com o envolvimento e acompanhamento contínuo dos profissionais, o trabalho trouxe um impacto importante na redução da mortalidade por sepse. Para o Dr. Chaudes Ferreira da Silva Junior, médico responsável pela Urgência e Emergência e diretor clínico da Santa Casa de Votuporanga, a conscientização é fundamental: “Na sepse, cada minuto importa. Quanto mais cedo percebemos que existe algo diferente acontecendo com o paciente, mais cedo conseguimos agir. Por isso, informação, atenção aos sinais e trabalho em equipe são tão importantes.” A informação começa antes do hospital Conhecer a sepse não é responsabilidade apenas dos profissionais de saúde. Familiares e cuidadores também podem ajudar a perceber mudanças importantes no estado de uma pessoa. Se alguém está com uma infecção e apresenta uma piora inesperada, fique atento. Observe, compare com o estado habitual da pessoa e, diante de sinais de gravidade, procure atendimento imediatamente. Não tenha medo de perguntar: “Pode ser sepse?” Essa pergunta pode ajudar a chamar atenção para uma situação que precisa de atendimento rápido. Neste Dia Mundial da Sepse, compartilhe informação. Reconhecer cedo pode fazer diferença. Porque, na sepse, tempo é vida.